Ta Pedindo Toma
MC Leozinho ZS, MC Murilo MT, Mc DR, DJ Jhow Beats, MC RN do Capão & Mc Pelourinho
- Língua
- Português
- Lançamento
- 2026
- Género
- funk
- Nível
- B2-
- Pontuação de dificuldade
- 945
- Especial
- New Release
- Duração
- 4:36
Como estudar esta canção
“Ta Pedindo Toma” traz 80 palavras em português, 21 adjetivos e 66 formas verbais: 167 entradas de estudo no total, de nível B2-. Vê primeiro o glossário: vagabundo, trecho e preço são as palavras em que mais te vais apoiar. Esta canção assenta nos verbos: 66 formas diferentes contra 21 adjetivos, por isso o trabalho está na conjugação. A este nível as palavras isoladas não são o problema: o que custa é a forma como se juntam.
As palavras desta canção, em vários idiomas
Todas as palavras abaixo vêm desta canção e fomos nós que as traduzimos. Não há letra aqui: são as palavras soltas de que precisas para a acompanhar.
Vocabulário
| PT | EN | ES | IT | FR | NL | DE |
|---|---|---|---|---|---|---|
| vagabundo | bum | vagabundo | vagabondo | vaurien | zwerver | Penner |
| trecho | deal | asunto | faccenda | affaire | zaak | Sache |
| preço | price | precio | prezzo | prix | prijs | Preis |
| baseado | joint | porro | canna | joint |
O que esta canção te ensina
Nível · B2-
- Palavras de vocabulário
- 80
- Adjetivos
- 21
- Combos
- 14
- Expressões
- 15
- Formas verbais
- 66
- Perguntas do quiz
- 35
Contexto
Sobre a canção
«Ta Pedindo Toma» (muitas vezes escrito «Tá Pedindo Toma») é uma faixa de funk brasileiro de 2026 encabeçada por MC Leozinho ZS, ao lado de MC Murilo MT, Mc DR, MC RN do Capão, Mc Pelourinho e do produtor DJ Jhow Beats. Saiu como single em 25 de junho de 2026, no mesmo dia em que o videoclipe oficial foi publicado no canal de YouTube de MC Leozinho ZS. O serviço de dados Soundcharts atribui a faixa ao selo Legenda Records, com duração de 4 minutos e 36 segundos. A descrição do vídeo credita DJ Jhow Beats como produtor musical, e o nome dele aparece no início e no fim da faixa, um hábito dos produtores de funk, que assinam as batidas para o público saber quem as fez. Um mês depois, a música passou a fazer parte de «Na Contramão», o álbum que MC Leozinho ZS lançou em 28 de julho de 2026.
MC Leozinho ZS nasceu em Itabuna, na Bahia, e cresceu no Capão Redondo, um bairro enorme da zona sul de São Paulo, para onde a família se mudou quando ele era bebê e onde ele mora até hoje. Segundo a Billboard Brasil, ele perdeu a visão aos oito meses por causa de uma meningite bacteriana, por isso não tem lembrança de ter enxergado. Quando criança, ouvia os CDs do tio. Na escola, uma escola pública com outros cinco alunos cegos, ajudava os colegas a aprender braile. Escrevia rimas, mas tinha vergonha de cantar, até que, aos catorze anos, os organizadores de um baile do bairro ouviram falar de um MC cego com boa voz e o empurraram para o palco. O público gostou. Mais tarde o pai lhe deu 500 reais para gravar uma música, e essa primeira gravação virou sucesso local.
Durante anos Leozinho ficou conhecido pelo que no Brasil se chama funk consciente: músicas sobre a vida na favela, a violência, a pobreza e a prisão. Ele aponta «Vários Abandona», uma música sobre o sofrimento dos presos e das famílias, como o seu maior sucesso, e considera Neguinho do Kaxeta o seu principal mestre no funk. Também lançou um DVD chamado «Maestro das Favelas». A Billboard Brasil contou como ele trabalha com tecnologia sem enxergar: começou um curso de informática aos sete anos, já usava o computador sozinho aos nove e grava a voz com o programa Reaper e o complemento OSARA, que o faz funcionar com um leitor de tela. Ele escreve e decora as letras no celular e manda as guias para os produtores pelo WhatsApp.
Em 2026 a carreira dele mudou de rumo. A parceria «Famoso Ímã | O Poderoso Chatão», com MC Lele JP, MC Poze do Rodo e DJ Gordinho da VF, chegou ao primeiro lugar do Top 50 Brasil do Spotify e passou dos 100 milhões de reproduções. Depois veio o álbum «Na Contramão»: treze faixas com convidados como MC Ryan SP, MC Livinho e MC Marks, e uma passagem clara do funk consciente para a música de festa. O artista disse à Billboard Brasil que queria mostrar que o funk pode falar ao mesmo tempo de problemas sociais e de festa. Uma faixa, «Na Relíquia do Ceguinho», chega a tratar a cegueira dele com humor. A revista chamou «Ta Pedindo Toma» de cartão de visita do álbum.